Professora Agredida por mãe de aluna: Prefeitura de São Bernardo poderia ser um Salão de Beleza já que são especialistas em MAQUIAR e esconder acontecimentos e informações

“A respeito do caso da professora agredida na escola estadual em São Bernardo do Campo-SP, e que tem segunda matrícula numa escola municipal temos as seguintes informações:

Houve reunião da executiva da APEOESP, foi tratado o caso da professora “M” da escola Nelson Monteiro Palma. Representantes da ALESP acompanham e dão suporte necessário a professora, um criminalista foi nomeado para representar o processo criminal dando apoio total.

Em reunião na diretoria com a dirigente Vanderlete foram realizados os seguintes encaminhamentos:

Na próxima semana o Conselho Tutelar e Conselho Escolar , chamarão a mãe da aluna e pedirão a transferência imediata da aluna para uma escola que fica a 100 metros de sua casa.

A licença saúde da professora “M” será reavaliada e alterada para licença acidente de trabalho para que a mesma não tenha nenhum prejuízo financeiro, concomitantemente a isso vai agilizar o processo de aposentadoria para sair o quanto antes, já que a professora fez o pedido em 2017 e aguarda até agora (mesmo assim vai demorar uns 90 dias).

* Vanderlete disse que conversou com o capitão que cuida da área da escola e que ele irá dar todo o suporte necessário para segurança dos professores e alunos.


• Segundo relatos dos funcionários da escola, após o término do conselho no período da tarde em 10/10 , a professora “M” foi surpreendida por uma mãe de aluna. A referida mãe perguntou a professora se a mesma era professora “M” e após a confirmação a professora foi atacada de surpresa com chutes, ponta pé e socos.

Mesmo a professora caída ao chão a mãe continuou com chutes e joelhadas na cara da professora. A mãe só parou quando funcionários e representantes da equipe de gestão correram para socorrê-la. A professora foi acompanhada por representes da direção e funcionários ao PS Central e na manhã do dia seguinte (11/10) à delegacia para boletim de ocorrência.

Todos os trâmites findaram por volta das 21h do mesmo dia. Segundo a direção, todos os encaminhamentos foram tomados. Disseram também que a diretoria de ensino, juntamente com a supervisão escolar está acompanhando o caso e que todas as medidas serão tomadas dentro da lei.

Acreditamos em escolas democráticas, solidárias e justas para todos, inclusive para os professores. Não podemos aceitar nenhum tipo de agressão aos profissionais do magistério, professores, direção, supervisão, coordenação…

Devemos lutar por uma escola que defenda a dignidade e o respeito ao trabalho de todos os profissionais envolvidos. Nesse sentido, entendemos que a própria mãe, colocou a integridade física da filha em risco, proporcionou também seu desequilíbrio emocional que desfavorecerá seu retorno a UE, deixado-a vulnerável a todo tipo de constrangimento.

Para evitar tal situação e em respeito ao ECA, acreditamos que a escola, como espaço que educa e de respeito a pessoa em desenvolvimento, deve evitar situações vexatórias e conflitos futuros com a mãe que “continuará” na escola, nessa perspectiva, é prudente que façamos a transferência imediata da referida aluna envolvida nesse trágico e lamentável ataque a professora. Todo apoio a professora “M”!”


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