Funcionária foi demitida ao se recusar em tomar a vacina do Covid.

Caso único no Brasil, a Justiça confirmou, em segunda instância, a demissão por justa causa de empregada que se recusou a se vacinar contra a covid.

Christiane Aparecida Pedroso trabalhava como auxiliar de limpeza no Hospital Municipal Infantil Marcia Braido, em São Caetano. No dia marcado para a vacinação, ela não compareceu sendo demitida posteriormente por justa causa. A decisão é do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo.

Ela foi dispensada no dia 2 de fevereiro deste ano por ato de indisciplina. Ela era contratada pela Guima-Conseco, empresa que atua na área de oferta de mão de obra terceirizada. A mesma alegou que a sua dispensa foi abusiva e que o simples fato de ter se recusado a tomar a vacina contra a covid-19 não poderia ser considerado ato de indisciplina ou insubordinação.

Na época a empresa informou a importância da vacinação entre os funcionários como medida de proteção para conter o risco de contágio do vírus.

O julgamento foi presidido pelo desembargador Roberto Barros da Silva e por unanimidade, o recurso foi rejeitado e entendeu-se que o interesse particular do empregado não pode prevalecer sobre o coletivo e que a auxiliar, ao deixar de tomar a vacina, realmente colocaria em risco a saúde dos colegas da empresa.

A funcionária alegou que estava com medo porque vinha com problemas de saúde e o advogado alegou que a funcionária não foi encaminhada para o médico do trabalho, um psicólogo, para ver se era consistente ou não a recusa da vacina.


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s