Julinho Fuzari mostra que defende melhor o Governo que Ivan Silva

Ontem quarta-feira (04/08), na Câmara Municipal de São Bernardo do Campo, o De Olho na Política acompanhou o retorno das atividades dos Vereadores em plenário. Porém observamos que as horas de recreio dos Vereadores é bem maior que o tempo de atividade prática na casa. Ficam na maioria do tempo na sala do café, invés de legislar criando proposituras de interesse da cidade e da cidadania, debate zero tanto situação e oposição se mostram-se inertes neste quesito.

Mas depois de duas horas e meia de recreio, tendo em vista que a sessão inicia as 9h00, votaram os projetos encaminhados pelo Poder Executivo.

O primeiro Projeto aprovado tratasse da vacinação. Que estabelece regras para quem desistir ou escolher o imunizante.

A lei estabelece o bloqueio do sistema do Município para novo agendamento de quem não comparecer na data agendada para a imunização. A remarcação só será liberada depois que o morador comparecer à UBS e apresentar, por escrito, a justificativa da falta, que será analisada pela Vigilância Sanitária (Secretaria de Saúde).

A desistência ou recusa da imunização devido ao fabricante, será registrada em um documento, com a assinatura de duas testemunhas. O munícipe será informado da sua condição de remanescente e da perda do direito à ordem cronológica de vacinação, com a sua realocação na fila, apto somente após todos os grupos serem contemplados.

Se, ainda assim, persistir a desistência ou a recusa por causa do laboratório que produziu a dose, o município se reservará o direito de comunicar às autoridades sanitárias para as medidas legais eventualmente incidentes.

No entanto o projeto que causou uma discussão teatral entre situação e oposição, foi o projeto que permite a venda de uma propriedade pública, que dispõe sobre autorização legislativa para a Prefeitura alienar uma área municipal entre a Rua Humberto Luiz Gastaldo e a Avenida Kennedy. A medida busca a “desafetação” (alteração do vínculo jurídico) do imóvel em questão, pois, está classificado como de “uso especial” (com destinação pública específica) e, para a transferência do bem para o domínio privado, é preciso que seja categorizado como “dominial” (sem utilidade específica). Embora o debate na tribuna tenha ficado entre a vereadora Ana Nice-PT questionando a venda do próprio público, enfatizando a dívida astronômica do município publicada em várias mídias dias passados e primeiramente divulgado pelo De Olho na Política em 2020. O vice líder do prefeito Orlando Morando na casa, o vereador Julinho Fuzari – DEM, declinou com a narrativa de que no governo em que o partido de Ana Nice administrava a cidade, com o gestor Luiz Marinho, a prefeitura não vendia e sim doava próprios públicos.

Interessante observar o que Julinho faz as vezes na tribuna defendendo o governo no lugar do líder do prefeito Orlando Morando na Câmara, vereador Ivan Silva – PP, numa clara demostração que Ivan perde espaço devido ao seu fraco poder de oratória na sustentação verbal do que se pretende proteger.

Por falar em proteção, o que se observa nos bastidores dão conta que, vereadores da base continuam com pulga atrás da orelha com o prefeito para quem pedem maior espaço no Executivo, ou seja, cargos. Segundo relatos o prefeito só tem conversado com prioridade aos vereadores novatos e pior ainda para os interesses dos parlamentares, Orlando só está oferecendo 1 cargo para cada, afirmo… Segundo relatos nos corredores da Câmara Municipal..

E nada mais de importante para a população foi votado.


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