Munícipes poderão ocupar a tribuna do plenário da Câmara SBC a partir da próxima quarta-feira (25/8)

“Respeitável Público!!” Com a frase de um Cabaratier (apresentador de circo ou cabaré), apresentamos o que foi atração na sessão ordinária na 22a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de São Bernardo do Campo.

Para os jornalistas que acompanharam a plenária nesta quarta-feira (18), foi mais uma vez de dar sono. Desde a abertura regimental às 9h, os trabalhos foram suspensos de 30 em 30 minutos, com os vereadores ocupando o plenário apenas as 11:45, sem nenhum projeto do Poder Executivo em pauta, os vereadores continuam não apresentando nenhum projeto de relevância para o município, como também nenhuma discussão sobre assuntos pertinentes e de importância para a cidadania. Nem os vereadores de oposição fazem oposição, dando a entender que a cidade está as mil maravilhas.

A partir da próxima sessão marcada para quarta-feira (25/8), este quadro de inércia pode mudar, com a revogação das resoluções de junho de 2020, 100 munícipes poderão voltar a estar presentes na galeria do plenário, bem como 3 poderão ocupar a tribuna e cobrar os vereadores um posicionamento de maior fiscalização do Poder Executivo. A partir deste ato do Legislativo o vereadores também estarão aptos para gastar o dinheiro público, com sessões solenes para prestar homenagens à quem bem quiserem. Detalhe que em período pré eleições não vão faltar homenageados.

Ademais durante a sessão, só congratulação e bajulações

Requerimento de todos os vereadores, que congratula o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, na pessoa do desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco, que autorizou, em documento oficial lançado na última semana, a instalação da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, em São Bernardo do Campo. (Opinião do colunista: “Não fez mais que a obrigação e congratulação desnecessária, era só dizer obrigado por telefone mesmo”)

E outro requerimento de todos os vereadores, que congratula a Deputada Estadual Carla Morando, “uma das grandes responsáveis pela conquista da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, em São Bernardo do Campo”. (Opinião do colunista: “Já começou a campanha? Mais fácil era dizer obrigado por telefone mesmo”).

Do lado de fora da Câmara Municipal, um pequeno grupo manifestantes protestaram contra a PEC 32. Protesto fraco, não durou meia hora. Apesar do aparato da GCM estar muito bem preparado pra possível tumulto, foi tudo muito tranquilo.

Servidores públicos municipais, estaduais e federais aderiram hoje (18), em várias cidades do Brasil, a uma manifestação nacional contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32 de 2020, que institui a reforma administrativa.

Articulada por entidades representativas de várias categorias de servidores públicos, a greve geral tem atos marcados em 21 capitais. Além do desacordo com o texto da PEC 32/2020, que tramita na Câmara dos Deputados e pode ser votada ainda neste mês, manifestantes e entidades reivindicam o auxílio emergencial no valor de R$ 600, a diminuição do desemprego, a ampla e irrestrita vacinação contra covid-19 em todo o Brasil e a imediata interrupção dos processos de desestatização do governo, como o dos Correios.

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