“É entregar o galinheiro à uma raposa”

Já foram seis meses roubados pelo então ex-prefeito José Auricchio onde ele convenceu mais de 40% dos eleitores da cidade que seus votos não seriam nulos, o que não teve eco no Tribunal.

Estamos sendo governados por um prefeito interino, ilegítimo, ou, melhor dizendo, um vereador com 1600 votos totalmente despreparado, e que não foi eleito para ser prefeito de São Caetano do sul.

ELEIÇÃO SUPLEMENTAR.

Agora há grande possibilidade de novas eleições em São Caetano, e Tite Campanella, de má-fé, posa como possível candidato fazendo propostas irreais somente para angariar votos.

Promessas essas que já foram feitas em campanhas anteriores com seu parceiro político José Auricchio Jr. e no final tudo volta ao que era antes. E as promessas são bem variadas como empregos temporários, nomeações de ícones da política municipal, cursos profissionalizantes, cartões farmácia e alimentação, etc…

A campanha eleitoral nessa cidade é uma verdadeira ficção, em que os candidatos, em sua grande maioria, nos tratam como idiotas, pois quase que instantaneamente ao seu término, a realidade retorna e vimos que estávamos sendo enganados de modo proposital. Será que dá para continuar desse jeito?

Sei que muitos vão me achar exagerado, mas será que não precisamos de uma medida drástica quando a situação se encontra passando dos limites? Pois, alguém defende que hoje a campanha eleitoral nessa cidade não seja uma campanha de marqueteiros que de modo inusitado dominam a cena do processo eleitoral.

O CASSADO CONTINUA MANDANDO

O ex-prefeito, que foi cassado e condenado duas vezes por receber doações irregulares na campanha de 2016 – caixa dois e formação de quadrilha – entregou a cidade propositalmente para o seu chefe de governo, o vereador Tite Campanella, que segue com táticas de governar idênticas.

Causa estranheza o município de São Caetano querer aprimorar a gestão pública e combater a corrupção, quando se tem um ex-prefeito que foi cassado por esse mesmo motivo, e que tem como interino, um vereador que obteve 1600 votos como seu cabo eleitoral e ex- líder de governo, que nunca se preocupou em fiscalizar os atos governamentais, e que agora se porta como um baluarte da integridade municipal.

Seria o interino Tite Campanella o suposto sucessor nas urnas do prefeito cassado (Auricchio) por corrupção e formação de quadrilha?

PIADA PRONTA

Qual motivo leva o prefeito interino a querer qualificar a cidade como “livre de corrupção”, se a justiça acaba de banir um corrupto compulsivo, que teve como líder o mesmo Tite Campanella?
É ser muito cara de pau querer que a população o sinalize como o candidato perfeito para administrar um orçamento de 1.7 bilhão de reais, se nunca fiscalizou o que deveria como vereador.

Por Vagner Stecker

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